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Contratamos uma dedetizadora para matar as baratas e apareceram escorpiões. Por quê?

Contratamos uma dedetizadora para matar as baratas e apareceram escorpiões. Por quê?

Você já viu ou até mesmo passou pela situação de contratar uma empresa de controle de pragas para combater baratas e começa a aparecer escorpiões?
Infelizmente, isso tem acontecido bastante. Saiba o porquê nas próximas linhas.

No DF, a espécie mais comum é a Tityus serrulatus, conhecida como escorpião-amarelo. Na área rural, há a incidência da Tityus fasciolatus, de patas rajadas, e do preto, Bothriurus araguayae.

Só no ano de 2017, a Vigilância Ambiental de Saúde do Distrito Federal recebeu mais de 918 pedidos para capturar escorpiões até 15 de dezembro, segundo a Agência de Saúde do DF.

Um dos fatores que provoca a evasão dos bichos da rede de esgoto para a superfície (e também para dentro das residências) é o uso de inseticida inadequado para o controle e extermínio das baratas, que é um dos alimentos favoritos dos escorpiões: Quando é utilizado o praguicida errado, os escorpiões não morrem com a aplicação, mas se distanciam do local “contaminado”.

Diante desta situação, a Vigilância Sanitária do DF critica o uso de praguicidas para combate à escorpiões por parte das empresas de Controle de Pragas. Entendemos a posição desta referenciada agência de Saúde Pública, mas discordamos em parte pelo seguinte.

O problema na maioria das vezes não está no uso do praguicida/inseticida, mas sim em qual destes produtos está sendo usado. Muitos controladores de pragas, utilizam Organofosforados, Cipermetrinas, Deltametrinas e diversos outros princípios e grupos químicos que apenas repelem os escorpiões de seus habitats e esconderijos. O motivo é muito simples: o CUSTO.

Outro dia, Dona Rosa, uma síndica de um condomínio na Asa Sul em que realizamos serviços há anos, solicitou que agendássemos novamente os serviços e me indagou se poderia cobrir a oferta de uma outra empresa: essa, prometeu que faria os serviços de controle de pragas “GRATUITO” nas áreas comuns do prédio tendo como contra partida a oportunidade de realizar uma “CAMPANHA” para prestar seus serviços nos apartamentos.

Entendi a situação da Dona Rosa, sempre preocupada com os custos e tentando ao máximo economizar para sua comunidade. Tentamos argumentar, explicando sobre o “barato que sai caro” e o risco que seria o de confiar nesse tipo de “oferta”.

Infelizmente nossa cliente preferiu arriscar fechando o serviço com a tal empresa.

Posteriormente, soubemos o que aconteceu. Não funcionou. Aplicaram um DDVP (organofosforado), que tem o custo muito inferior ao microencapsulado que usamos e portanto, houve uma invasão de escorpiões expelidos pelo produto inadequado para a situação.

O escorpião, na região ventral, possui os pentes, que são apêndices abdominais suis generis, não encontrados em nenhum outro animal, dotados de quimioreceptores, que se movimentam “varrendo” a superfície por onde caminham. Também quando o animal está em repouso, o seu corpo toca o solo inteiramente, aproximando os estigmas pulmonares da superfície. Como enxergam mal, os escorpiões também pesquisam o terreno com seus pedipalpos.

Estas características específicas dos escorpiões são úteis quando se trata de controle químico e se utiliza inseticida na forma de solução aquosa, microencapsulada, de poder residual, com baixa repelência, onde as moléculas do princípio ativo estão contidas e protegidas no interior de diminutas microcápsulas de plástico (polímeros) hermeticamente fechadas.

Os escorpiões são bastante sensíveis à ação de inseticidas.
A aplicação de produtos microencapsulados usados no perímetro urbano, seguindo-se a devida diluição e cuidados recomendados pelo fabricante, faz com que as microcápsulas fiquem aderidas nas superfícies. Como não causa repelência, o escorpião caminha e repousa na área com inseticida, que está envolto pelo polímero e portanto, não exposto diretamente ao meio ambiente. Desta forma, as microcápsulas passam para o corpo do escorpião e quando se rompem liberam o princípio ativo que penetra no corpo do animal pelas articulações, pelos estígmas pulmonares e até por via oral, levado pelos pedipalpos, intoxicando e causando sua morte.

Obviamente, esse tipo de serviço especializado precisa de treinamento, utilização de produtos corretos e tem um investimento envolvido. Assim, desconfiem quando oferecerem serviços de graça. Como se diz: “Não existe almoço grátis”.

Aqui na ECOLOGIC realizamos o Controle Racional de Pragas tendo como missão, realizar serviços com a máxima segurança. Procuramos aprimorar nossos serviços constantemente e uma de nossas maiores preocupações sempre foi usar o mínimo possível de princípio ativo para uma maior efetividade.

Qual é o nosso propósito transformador massivo?
A responsabilidade do controle de pragas é de todos e de cada um de nós.

A responsabilidade básica no controle das pragas infestantes de uma propriedade, área livre ou edificada, é de seu proprietário e/ou ocupante. Mas, se as pragas passam a ocupar áreas comunitárias, somente uma ação conjunta dos indivíduos desta comunidade afetada poderá ser capaz de resolver o problema. A cooperação e a participação da comunidade é indispensável e vital para o sucesso no controle de pragas.

Então nosso propósito massivo é levar segurança com o CONTROLE RACIONAL DE PRAGAS realizando serviços sustentáveis e com o cuidado que você merece.

Nos sentimos na obrigação deixar o alerta para cuidados ao contratar uma empresa de Controle de Pragas.

A ECOLOGIC CONTROLE RACIONAL DE PRAGAS tem sempre uma solução para seu problema.

Você gostaria de receber um infográfico com dicas para previnir a infestação de escorpiões na sua casa? Então basta escrever “quero saber mais” nos comentários e se cadastrar enviando o seu endereço de email pelo messenger para nos autorizar a enviar dicas de combate a pragas urbanas. Em breve você receberá o infográfico.

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Em caso de emergência, ligue Samu 192.