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Combate a escorpiões

Combate a escorpiões

No DF, a espécie mais comum é a Tityus serrulatus, conhecida como escorpião-amarelo. Na área rural, há a incidência da Tityus fasciolatus, de patas rajadas, e do preto, Bothriurus araguayae.

Só no ano de 2017, a Vigilância Ambiental de Saúde do Distrito Federal recebeu mais de 918 pedidos de para capturar escorpiões recebidos pela Vigilância Ambiental (até 15 de dezembro segundo a Agência de Saúde do DF).

Um dos fatores que provoca a evasão dos bichos da rede de esgoto para a superfície (e também para dentro das residências) é o uso de inseticida errado para o controle e extermínio das baratas, que é um dos alimentos favoritos dos escorpiões: Quando é utilizado o praguicida errado, não morrem com a aplicação, mas se distanciam do local porque é irritante para eles.

O escorpião, na região ventral, possui os pentes, que são apêndices abdominais suis generis, não encontrados em nenhum outro animal, dotados de quimioreceptores, que se movimentam “varrendo” a superfície por onde caminham. Também quando o animal está em repouso, o seu corpo toca o solo inteiramente, aproximando os estigmas pulmonares da superfície. Como enxergam mal, os escorpiões também pesquisam o terreno com seus pedipalpos.

Estas características específicas dos escorpiões são úteis quando se trata de controle químico e se utiliza inseticida na forma de solução aquosa, microencapsulada, de poder residual, com baixa repelência, onde as moléculas do princípio ativo estão contidas e protegidas no interior de diminutas microcápsulas de plástico (polímeros) hermeticamente fechadas.

Os escorpiões são bastante sensíveis à ação de inseticidas.

A aplicação de produtos microencapsulados usados no perímetro urbano, seguindo-se a devida diluição e cuidados recomendados pelo fabricante, faz com que as microcápsulas fiquem aderidas nas superfícies. Como não causou repelência, o escorpião caminha e repousa na área com inseticida, que está envolto pelo polímero e portanto, não exposto diretamente ao meio ambiente. Desta forma, as microcápsulas passam para o corpo do escorpião e quando se rompem liberam o princípio ativo que penetra no corpo do animal, pelas articulações, pelos estígmas pulmonares e até por via oral, levado pelos pedipalpos, intoxicando e causando sua morte.

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